‘Não tenho pretensão de imitar Senna’

Hugo Bonemer, que vive tricampeão de F1 em musical que estreia nesta semana no Rio, detalha com exclusividade ao GRANDE PREMIUM como foi sua imersão no universo do automobilismo e também conta como foi contato emocionante com família de Ayrton

André Avelar, São Paulo

Interpretar sem imitar. Transformar palco em autódromo. Esses são respectivamente os desafios do ator Hugo Bonemer e da direção de Ayrton Senna, o musical, que estreia nesta sexta-feira (10), no Teatro Riachuelo, no Rio de Janeiro. O espetáculo promete ser uma experiência multisensorial mesmo para quem não necessariamente acompanha de perto o automobilismo. Este time de fãs relativamente distantes das corridas de F1 é representado justamente por Bonemer, dedicado, claro, muito mais a entender os trejeitos de Senna do que a aprender como se forma um tricampeão mundial.

Também por isso, o ator de larga experiência em musicais (Hair, Yank!, Rock in Rio e A Lei do Amor) fez questão de se aproximar da família e de amigos para colher o máximo de informações sobre o cotidiano do filho, do tio, do Ayrton, diferente daquele Senna ‘herói nacional’, ‘rei das manhãs de domingo’. A imersão e livre acesso a objetos pessoais do piloto lhe renderam momentos marcantes para sua própria vida como no contato emocionante com a mãe de Senna, D. Neide, ou na leitura dos textos para a sobrinha Bianca, diretora de branding do Instituto Ayrton Senna.

A obra produzida pela Aventura Entretenimento, apresentada pelo Bradesco, assinada pelos diretores Renato Rocha e Felipe Habib, com textos e composições originais de Claudio Lins e Cristiano Gualda também mistura elementos de dança e circo para fazer com que o espectador viva o universo de um piloto, com músicas muito além do Tema da Vitória. O espetáculo fica em cartaz até o início de fevereiro no Rio e a previsão é que se mude para São Paulo no mês seguinte. Confira a seguir os melhores momentos da conversa exclusiva do GRANDE PREMIUM com o ator Hugo Bonemer:

Quer ler esta matéria na íntegra?