A verdadeira Laranja Mecânica

O icônico carro laranja foi plano de fundo para uma das épocas mais marcantes da história da McLaren. Um período de ascensão veloz e vitórias, mas também de crise e morte do fundador. Tudo isso em apenas quatro anos, entre 1968 e 1971

Vitor Fazio, de Porto Alegre
 

Poucas equipes contam com uma história verdadeiramente valorosa na F1. Várias deixaram sua marca na categoria, mas poucas são verdadeiramente históricas. A McLaren tem a honra de ser uma destas: disputando o certame ininterruptamente desde 1966, os britânicos escreveram uma história muito vencedora.

Aí você pode citar os nomes de Emerson Fittipaldi, James Hunt, Alain Prost, Ayrton Senna, Mika Häkkinen e Lewis Hamilton, todos campeões pela equipe de Woking. Mas, muito antes destes caras entrarem em cena, a McLaren já escrevia capítulos importantes de sua história. Em 1968, primeiro ano com a McLaren disputando todas as corridas do calendário, um icônico carro laranja começava a trazer os primeiros grandes resultados dos britânicos.

Os heróis daquele bólido de pintura chamativa não ganharam tanta fama assim, não viraram grandes estrelas da F1. Mas hoje, quase 50 anos depois, surge uma chance clara para uma homenagem merecida: em um momento de renascimento, a McLaren dá toda a pinta de que vai trazer um carro laranja em 2017.

Para homenagear este período tão charmoso da McLaren – e da F1 como um todo – o GRANDE PREMIUM recorda toda a trajetória do carro laranja da McLaren na F1. Do início turbulento à ascensão dos anos 1970, e com a morte do fundador no meio do caminho.

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