Uma história inacabada na F1

Robert Kubica tem resultados expressivos e ultrapassagens fantásticas em apenas quatro temporadas completas. Não à toa era considerado na trilha para tornar-se campeão mundial quando guiasse por uma equipe grande. Mas o problema na mão ainda não passa confiança

André Avelar, São Paulo


Robert Kubica foi, e continua sendo, uma estrela na F1. A velocidade nas pistas foi a mesma com que conquistou resultados expressivos e muito mais que estes 10+ momentos marcantes reunidos agora pelo GRANDE PREMIUM. Mesmo sem estar nos reconhecidos carros de ponta, conquistou quase tudo o que era possível sem nem viver o ápice da carreira. Tanto que, mesmo depois de seis anos, o primeiro polonês da categoria ainda pode voltar.

Kubica pôde completar apenas quatro temporadas na F1 – de 2006 a 2009 na surpreendente BMW Sauber e; em 2010, em uma já capenga Renault. Daí também a sensação nele próprio de que há algo mais para conquistar, de que a história está inacabada. Largadas (76), voltas mais rápida (uma), pole-positions (uma), pódios (12), vitórias (uma)... Ele já experimentou tudo isso ao menos uma vez. Faltou mesmo o título mundial. 
 
Em uma das raras vezes em que falou abertamente sobre o acidente que, por enquanto, o tirou das corridas de F1, disse que não corre desde os quatro anos para que as coisas acabassem abruptamente com o guard-rail atravessado em seu carro, durante o Ronde di Andora Rally, na Itália, em 2011, no acidente em que esteve entre a vida e a morte. O comprometimento do movimento da mão direita, que inclusive por pouco não precisou ser amputada, ainda hoje é o maior empecilho para uma real volta à categoria.

“Se fosse o responsável por fazer as regras, ou desenhar os carros de F1, os faria 10 ou 15 centímetros mais largos para que pudesse virar o volante confortavelmente”, disse o piloto, hoje com 32 anos, em depoimentos reunidos pelo canal KuBikaTv, no YouTube.

Fique a seguir com 10+ da carreira de Robert Kubica na F1:
 

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